Resenha: Os Garotos Corvos

Os Garotos Corvos está disponível em e-book na Amazon, para download no Kindle Unlimited, em versão física ou em box da série.

Oi, como você está?

A resenha de hoje é bem curtinha, sobre o último livro que eu le: Os Garotos Corvos, de Maggie Stiefvater.

Como eu gosto de uma fantasia e já tava a algum tempo sem ler nada do gênero, resolvi dar uma chance para esse livro, porque ele estava disponível no Kindle Unlimited – serviço da Amazon que você paga um valor mensal e pode ler quantos e-books quiser!

O livro é o primeiro da Saga dos Corvos e conta a história de Blue Sargent, filha de uma médium que em todo ano, na véspera do Dia de São Marcos, vai até uma igreja abandonada para ver os espíritos daqueles que vão morrer em breve. A menina nunca consegue vê-los – até este ano, quando um garoto emerge da escuridão e fala diretamente com ela.

Seu nome Gansey, e ela logo descobre que ele é um estudante rico da Academia Aglionby, a escola particular da cidade. Mas Blue se impôs uma regra: ficar longe dos garotos da Aglionby. Conhecidos como garotos corvos, eles só podem significar encrenca.

“Não há uma escolha certa. Apenas uma com a qual você consiga conviver.”


Gansey tem tudo – dinheiro, boa aparência, amigos leais -, mas deseja muito mais. Ele está em uma missão com outros três garotos corvos: Adam, o aluno pobre que se ressente de toda a riqueza ao seu redor; Ronan, a alma perturbada que varia da raiva ao desespero; e Noah, o observador taciturno, que percebe muitas coisas, mas fala pouco.

O livro prende bastante e me fez muito querer ler as continuações. Os personagens, apesar de parecerem muitos no começo, vão cada um tendo uma personalidade única e no final tudo se encaixa. Porém, eu achei que algumas partes, como a motivação dos personagens, ficaram pouco explicadas e só foram ter algum sentido mais pro meio.

É uma fantasia sobrenatural misturada com thriller. Apesar de os personagens serem adolescentes, a história não fica em nenhum momento boba, na realidade ela é bem interessante e cheia de reviravoltas e descobertas.

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Portal do Destino, Agatha Christie

Oi!

Hoje eu vim trazer uma resenha da minha mais recente leitura: Portal do Destino, da Agatha Christie.

Para quem não sabe, a autora Agatha Christie foi e continua sendo um dos maiores nomes da literatura policial. Além de ser uma das minhas escritoras favoritas de todos os tempos! Ela escreveu diversos livros de mistério e romances policiais. E ficou mundialmente famosa pela criação do detetive Hercule Poirot.

Esse simpático senhor com o bigode e a massa cinzenta mais famosos da literatura policial

Só que na resenha de hoje, Poirot não aparece e dá lugar a outros dois detetives que também aparecem em vários livros de Agatha, o casal Tommy e Tuppence. Eu li a história na coleção Mistério dos Anos 60, porém a história foi originalmente publicada em 1973. Em breve trago resenha das outras histórias, que tô louca para ler também!

Sinopse

Com os filhos criados, Tommy e Tuppence agora querem esquecer os velhos tempos de contraespionagem e desfrutar o sossego de uma bonita casa no litoral inglês. Junto com a casa, os dois compram uma coleção de livros. Tuppence começa a organizar as estantes e, de repente, ao folhar as páginas de A flecha negra, de R. L. Stevenson, se depara com uma estranha mensagem – ‘Mary Jordan não morreu de morte natural’. Ao investigar um mistério de décadas atrás, o casal Beresford nem sonha que a nova morada esconde perigos maiores do que simples buracos no assoalho.

O que eu achei

A história é bem divertida. Como sempre a relação do casal é engraçada e leve. O livro é bem rapidinho e o mistério me prendeu bastante. Além disso, leitores mais ávidos vão contar com uma lista de indicações para acrescentar nas próximas leituras.

Porém, mais para o meio do livro, eu senti que a história enrolou um pouco e o final ficou um pouco corrido. Esse definitivamente não é um dos meus preferidos da Rainha de Crime, mas pra mim é sempre divertido ler sobre Tommy e Tuppence.

Se você quiser descobrir quem é Mary Jordan e quem a matou, leia Portal do Destino, um dos mais de 60 romances da autora mais publicada de todos os tempos (superada apenas por Shakespeare e pela Bíblia)!

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Entrevista com o autor Eduardo Reghim

Hoje eu venho trazer um texto muuuuito especial, que adorei fazer e espero que vocês gostem tanto quanto eu. É uma entrevista com o autor Eduardo Reghim!

Eduardo é autor do livro O Andarilho e do conto Dias Sombrios, da antologia Éramos Livres (resenha aqui). Recentemente eu li O Andarilho e como o autor é bem presente nas redes sociais, eu não podia deixar essa oportunidade passar, rs.

Nós tivemos uma conversa muito interessante. Se você gosta de leitura (ou de escrita), com certeza vai gostar. Acompanhe até o final para ficar por dentro das novidades!

💬 Primeiro, pra gente te conhecer melhor, eu queria saber por que você se tornou escritor.

Primeiramente é um prazer e também uma honra estar sendo entrevistado pelo blog.

Bom, desde a adolescência flerto com a escrita. No início dos anos noventa (90), por admiração às composições de Renato Russo e também de Raul Seixas, enveredei no mundo da poesia, escrevia poesia imaginando que culminariam em composições, mas quis o destino que não vingasse, rs. Depois de uma longa pausa, por incentivo de minha mulher, no final de 2014, iniciei O Andarilho, que a princípio se chamava Caminhos da vida.

Em suma, posso afirmar que me tornei escritor por amor à escrita e por incentivo de minha mulher, que adora meus escritos, mesmo não sendo uma ávida leitora.

💬 Para os aspirantes a escritores de plantão, conta um pouquinho sobre o seu processo de escrita. O que te inspira? O que te deixa focado para escrever?

Tudo me serve de inspiração, alegria, melancolia, euforia, a Natureza, os ambientes em que vivo e, ou visito. Até mesmo as séries, as músicas e os filmes que vejo, além, claro da própria literatura.

Quanto ao processo da escrita em si, não possuo uma rotina detalhada, aquela de escrever um número de palavras por dia, ou mesmo capítulos. Deixo fluir, por vezes escrevo uma linha, por outras escrevo um, ou dois capítulos numa manhã, vai muito da disposição, ou inspiração. A única repetição que faço com mais frequência é o habito de escrever mais à noite, madrugada e principalmente aos finais de semana, onde dedico um tempo maior para a escrita.

💬 Aqui no blog, eu gosto de incentivar a leitura para quem ainda não tem esse hábito. Qual foi o livro mais marcante que você leu e recomenda para esse público?

Gosto de todo tipo de literatura, não faço muita distinção de gênero, leio obras eróticas, fantasia, drama, clássicos, HQ, enfim, uma miscelânea.

Um livro que me debutou para o mundo literário e me deixou pasmo pela descrição onisciente, descrevendo de forma emocionante a triste história foi Vidas Secas do grande Graciliano Ramos. Gosto muito do Machado, Oscar Wilde, Bram Stoker, Jane Austen e outros tantos por aí.

Além, claro, de Vidas Secas e os demais citados, recomendo a leitura de autores e autoras nacionais, só para ter uma ideia, neste ano que já vai se encaminhando para o final, só li nacionais, a maioria não é tão conhecida do público. Lembro que aprecio a literatura estrangeira também, nada contra, mas os nacionais estão muito bem, vale a pena garimpar pelos blogs, canais de divulgação, tem muita gente talentosa por aí.

💬 Com certeza! Cada apoio já ajuda muito. E, falando em livros nacionais, conta um pouquinho (sem spoilers) sobre o seu livro O Andarilho.

O Andarilho é meu primeiro trabalho solo, trata-se de um romance um tanto diferente do habitual, a obra tem uma essência particular e raramente encontrada na literatura. Narrado entre o presente e o passado, de forma poética e cadenciada, apresenta um protagonista sombrio e misterioso, além de contar com um final surpreendente, o famoso plot twist (reviravolta). Detalhe, ninguém até o momento conseguiu decifrar este final, acho que é um grande desafio.

Em uma breve sinopse:

O Andarilho conta a história de Stefano, um homem de meia idade caminhando ao final de tarde à beira de uma praia. Enquanto, melancolicamente admirava o ocaso, um fragmento de seu passado esbarra em si. É Mariane, uma linda mulher, que naquele momento está em apuros e só ele poderia ajudá-la. Fato curioso deste encontro é a absurda semelhança física de Mariane com o grande amor do seu passado, além de ainda possuir o mesmo nome.

A partir deste encontro a vida de Stefano sofre uma guinada, saindo da melancolia provocada por terríveis e inconfessáveis acontecimentos do passado, para a esperança de dias melhores, mas para isso acontecer uma reparação será exigida…

💬 Tanto em O Andarilho quanto em Dias Sombrios, a questão dos moradores de rua aparece bastante. Você tem algum motivo específico para isso ou é “só” uma inspiração?

Não sei exatamente qual seria a melhor definição sobre essa questão. No conto Dias Sombrios, da antologia Éramos livres, quis relatar a visão que essas pessoas teriam sobre o que se passava naqueles primeiros dias da pandemia, uma vez que pouco se falou sobre eles, creio que a pandemia os tornaram ainda mais invisíveis. (clique aqui para conferir a opinião do blog sobre o livro)

Já em O Andarilho, fui mais a fundo. Por muitas vezes ouço pessoas dizerem que morador de rua é um sujeito preguiçoso, ou usando um termo mais chulo, “vagabundo”. Sinceramente não acredito nisso, não concebo a ideia de alguém, simplesmente e apenas por vontade própria decidir ir para as ruas e por lá se estabelecer de forma tão precária e humilhante. Creio que sempre há uma história por trás de tudo isso, um acontecimento trágico, vícios e outros tantos fatores possíveis que culminam nessa situação e às vezes, preferimos julgar pelo lado mais fácil, evitando assim se comprometer com a situação degradante em que vivem estes seres humanos. Sem contar ainda que pela trajetória do protagonista, essa caracterização veio a calhar, daria um excelente pano de fundo para o enredo de todo este drama, além de se encaixar de forma um tanto velada a parte mística da história.

💬 Além de O Andarilho, quais outros livros você tem publicados (ou pretende publicar)?

Como citado acima, tenho participação na antologia ÉRAMOS LIVRES; com o conto Dias Sombrios, este conto está disponível dentro desta maravilhosa antologia, somente em e-book na Amazon. Detalhe interessante da obra é que além da agradável leitura, o projeto tem como objetivo arrecadar fundos para um hospital no Paraná, Estado natal do organizador, Fabiano Jucá (saiba mais clicando aqui).

Outro trabalho, que também é fruto de uma antologia, é o conto Viagem Indigesta, da antologia O VAZIO, editora Illuminare. Este trabalho só esta disponível em físico e, com edição limitada, o tema abordado é a depressão, onde me inspirei em fatos reais para construir a história. Lembro que possuo exemplares comigo.

Por último, possuo três contos no PROJETO PAVOR&CIA, da editora Leia Livros. O tema é terror, gênero o qual me identifiquei bastante, só há um único exemplar disponível comigo. Os títulos de minhas historias são: O acerto, O fruto proibido e Sombras noturnas.

Para futuros lançamentos, tenho em andamento o romance A era dos bárbaros, este trabalho abordará de modo um tanto distópico, acontecimentos do dia a dia, tendo como pano de fundo o medo que as pessoas têm da própria vida e de suas reviravoltas. Estou a concluir um livro de poesias, ainda sem titulo, com o intuito de concorrer numa seletiva da editora Leia Livros, agora em novembro. Caso não vença, publicarei em e-book, rs. Há outros projetos, como uma coletânea solo de terror, outros romances, porém ainda estão no limbo da memória, esperando amadurecer a imaginação para eles, rs. 

Quem desejar me seguir, pode me encontrar no instragram @eduardoreghim e pelo facebook na mesma denominação. Minha obra principal, O Andarilho, encontra-se na Amazon (compre aqui) e editora Busca Sentido, lembrando que ainda possuo alguns exemplares, os quais será um grande prazer e honra autografá-los. 


E aí, gostou da conversa de hoje? Queria agradecer mais uma vez ao autor pela disponibilidade e pela participação! Me conta aí nos comentários o que você mais gostou! 

PS: se eu fosse você, já corria pra seguir o autor e ler as obras dele que são simplesmente emocionantes!

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10 curiosidades das melhores séries

Olá! Semana corrida por aqui e aí como foi?

Com as obrigações pessoais, eu fiquei um tempo sem postar por aqui, mas espero conseguir voltar a postar toda semana 😬

São algumas curiosidades das minhas 10 séries favoritas. Claro que sempre fica uma ou otra de fora, né. Leia até o final, porque não tem spoilers e comenta aí embaixo qual curiosidade ficou faltando!

How I Met Your Mother (Amazon Prime Video)

A série que conta a história de como Ted Mosby conheceu a mãe de seus filhos é uma das minhas séries de comédia favoritas.

Como curiosidade, eu trouxe que, durante a quarta temporada da série, as atrizes que fizeram a Lily (Alyson Hannigan) e a Robin (Cobie Smulders) estavam grávidas na vida real.

Como as suas respectivas personagens não estavam, os produtores tiveram que “esconder” as barrigas delas nas gravações. Você percebeu? 

Os produtores precisaram usar vários elementos para disfarçar a barriga: bolas, bolsas grandes, roupas largas… tudo isso para não comprometer a história.

Dexter (Amazon Prime Video)

Outra série que eu amo é Dexter! A série conta a história de um especialista forense da Polícia de Miami de dia que é serial killer à noite. Ela é baseada no livro Dexter: A mão esquerda de Deus, de Jeff Lindsay. Até aí muita gente sabia.

O que você não sabia é que os atores Michael Hall (Dexter) e Jennifer Carpenter (sua irmã, Debra) eram casados na vida real. Pois é, e além disso, durante a série, eles se divorciaram, o que deve ter gerado atritos durante as gravações… já pensou?

Stranger Things (Netflix)

A série conta a história de um grupo de crianças que descobrem algo errado acontecendo na sua cidade e decidem investigar.

Na 3ª temporada, a irmã de uma dessas crianças, a Nancy (Natalia Dyer), começa a trabalhar no jornal da cidade. Só que, os chefes dela são muito machistas e a tratam muito mal.

Um deles é a cara de ninguém mais ninguém menos do que Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos. Muitos fãs afirmam que isso foi uma crítica às atitudes dele, mas, até onde se sabe foi tudo apenas uma “coincidência”.

Bem parecido, não? O que você acha?

Breaking Bad (Netflix)

Breaking Bad é a série favorita de muita gente (oh saudade)…

Mas ela quase teve uma cara diferente. Aaron Paul (Jesse Pinkman) e RJ Mitte (Flynn, filho do Walter White) foram considerados “muito bonitos” pela diretora de casting, que considerou mudar os atores. Ainda bem que mudaram essa ideia.

Outro fato interessante é que a série completa tem 62 episódios. Na tabela periódica, o número 62 é o Samario, elemento químico que é usado no tratamento de câncer de pulmão, doença do protagonista.

WandaVision (Disney+)

A série é cheia de easter eggs, dicas escondidas que você só vai pegar se prestar muita atenção e conhecer as referências.

Um deles é no segundo episódio, em que as camas de Wanda e Visão estão separadas, e depois com os poderes, Wanda as junta.

Essa é uma crítica à censura do governo americano de 1950, em que proibia as produções audiovisuais de mostrar homem e mulher dormindo juntos. Por isso quando a Wanda junta as camas é uma forma de representar a transição dos anos 50 para os anos 60. 

Orange is the new Black (Netflix)

A série é sobre detentas da penitenciária feminina de Litchfield. A personagem principal, Piper, vai presa após transportar drogas para sua ex-namorada.

Uma curiosidade que eu já sabia dessa série é que essa personagem foi baseada numa pessoa real. Piper Kerman foi parar na cadeia por um crime semelhante à Chapman.

E outra curiosidade que eu só descobri pesquisando foi que na abertura, os olhos que aparecem são de ex-presidiárias reais, dando um ar mais real para uma série que trata de temas tão importantes. Muito legal!

Friends (HBO Max)

A série que fala dos seis amigos mais queridos de Nova York quase teve só 4 amigos.

No roteiro original, Phoebe e Chandler inicialmente seriam apenas personagens secundários. E a Mônica iria ficar com o Joey.

Mas para a alegria de todos os fãs, o roteiro foi reimaginado e traz uma história com vários ângulos do cotidiano desse grupo de amigos.

Brooklyn 99 (Netflix)

A série conta a história de um grupo de policiais que de sérios não têm nada.

Assim como as atrizes de Lily e Robin de HIMYM, Melissa Fumero (Amy Santiago) também esteve grávida durante as gravações da 3ª temporada.

Mas aqui os produtores foram um pouco mais criativos para esconder a gravidez dela. Durante um episódio, Amy precisa se infiltrar em um presídio feminino, e, para isso, usou uma “barriga falsa” para parecer mais vulnerável para as detentas.

Sex Education (Netflix)

Sex Education é aquela série para você tirar as crianças da sala e colocar os adolescentes. Ela retrata o cotidiano de uma escola do ensino que aos poucos vai aprender a necessidade de ter educação sexual.

A química entre os atores é incrível (e não é a toa). Ita O’Brien, coordenadora de intimidade foi contratada pela produção para ajudar os atores nas cenas mais hots, para que eles ficassem mais tranquilos e as cenas ficassem mais naturais.

Além disso, o visual da série também é fantástico! Os atores trocavam de figurino diversas vezes para combinar a paleta de cores, por isso a série tem aquela carinha especial.

A Ruby agradece

Maldição da Residência Hill e Mansão Bly (Netflix)

A antologia A Maldição, que mostra casas assombradas por fantasmas é uma adaptação de dois livros. A primeira temporada é baseada no livro Assombração da Casa da Colina, de Shirley Jackson e a segunda é baseada no A Volta do Parafuso e outras histórias do autor Henry James.

As duas séries também contam com alguns atores repetidos, inclusive, Kate Siegel (Theodora Crain /Viola), que é casada com o diretor Mike Flanagan na vida real e já fez outras obras junto com o marido, como Missa da Meia-noite, Hush, Jogo Perigoso, entre outros.

E aí, o que achou das dicas de hoje? Me acompanhe no Instagram, que tô sempre por lá!

Até a próxima! 

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